EEFMT Professora Maria Theodora Pedreira de Freitas
“Feira de Linguagens” envolve alunos da EEFMT Prof.ª Maria Theodora

O projeto “As Linguagens da Língua” deu origem à “Feira de Linguagens”, que contou com o envolvimento e participação de todos os alunos da EEFMT Prof.ª Maria Theodora. Um dos objetivos descritos no projeto foi “levar aos alunos a compreender a linguagem como interação social, ampliar o reconhecimento do outro e de si próprio, aproximando-se cada vez mais do entendimento mútuo”.

Várias formas de linguagem foram utilizadas para compor os trabalhos na “Feira de Linguagens”, foram montados estandes sobre a diversidade da linguagem, salas temáticas, painéis, banners, quadros, valia usar a linguagem verbal ou não verbal, os alunos podiam usar a linguagem falada, escrita ou visual, através de sinais, mapas, cordel, maquetes, desenhos, pintura, símbolos, cinema, teatro, dança, música, grafite, arte, fotografia, gibi, livros, o importante era mostrar a sua linguagem.

“Tivemos a possibilidade de fazer o trabalho por afinidade, com amigos e com conhecidos”, disse Gustavo Antonio Ferreira de Sousa, aluno do 3º ano do Ensino Médio, que desenvolveu o projeto: “A evolução da Língua Portuguesa”, ele contou que “cada um dava o melhor de si, quem era melhor falando apresentava, quem conseguia encenar tinha parte no teatro, quem podia cantar ou tocar alguma coisa tinha parte na música e isso foi uma coisa que elogiaram bastante porque o conjunto em si foi brilhante, foi um trabalho sensacional. Sou a favor desses projetos que a escola proporciona, acho que é essencial para a formação do aluno”.

“Conseguimos mostrar a evolução do português de uma forma que não fosse tão demorada para as pessoas assistirem, com músicas, encenações e apresentações”, disse Yedda Camille Gonçalves Candido, aluna do 3º ano do Ensino Médio, do projeto “A evolução da Língua Portuguesa”, para ela “esse projeto foi muito importante para a formação porque ensinou como trabalhar em grupo, além de um conteúdo muito vasto, teve a cooperação, a organização, o trabalho em equipe que ajudou muito a acrescentar na nossa formação acadêmica”.

“Procuramos proporcionar um ambiente que foi parecido com o que houve na cidade de Hiroshima, no Japão, após a bomba nuclear”, disse Vitor Pinheiro Ribeiro, aluno do 9º ano do Ensino Fundamental, que apresentou a música “Rosa de Hiroshima”, poema de autoria de Vinícius de Moraes, “diferente do Ensino Médio, o Ensino Fundamental não teve a possibilidade de fazer o trabalho por afinidade, isso não foi um problema porque estamos na mesma sala há quatro anos”.

“Nosso objetivo era focar no audiovisual, nossa apresentação era extremamente rápida, ela cumpriu o objetivo dela que era tocar as pessoas, essa Feira foi extremamente importante para descobrirmos novos talentos”, disse Bruna Vitoria Sabino, aluna do 9º ano do Ensino Fundamental, que fez parte do grupo sobre a “Rosa de Hiroshima”, ela sugeriu um tempo maior para a apresentação.

“Foi um projeto feito por afinidade e por pessoas que se interessavam pelo tema, nosso grupo tinha algo em torno de 50 pessoas, isso permitiu dividir os temas em subgrupos, para não sobrecarregar ninguém e o projeto fluir bem”, disse Luís Fernando Garcia Severo Batista Filho, aluno do 3º ano do Ensino Médio, que falou sobre as “Linguagens do medo”, ele também sugeriu um tempo maior de apresentação, pois as sessões apresentadas pelo grupo se esgotaram rapidamente.

“Fiquei muito satisfeito com o trabalho, embora tenha dado muito trabalho para fazer, vou terminar o Ensino Médio com chave de ouro, foi um diferencial” disse Jonathan Tomaz Ribeiro, aluno do 3º ano do Ensino Médio. Ele também sugeriu “pelo menos uma semana de apresentações para que todos os alunos possam participar, um rodízio maior de alunos”, além de permitir que todos tenham acesso às apresentações, que deveriam ser feitas duas ou três vezes por ano, segundo o aluno.

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